Koenig & Ferrarini
Capítulo IO problema silencioso

Três da manhã. A empresa dorme. Quem a construiu, não.

O negócio de uma vida — e o medo, cada noite, de vê-lo acabar.

O tempo que devia ir para as decisões do negócio hoje se gasta numa única pergunta: como sobreviver mais um mês. E, com o aval assinado, a dívida da empresa passou a morar na casa da família.

Capítulo IIA descoberta

A dívida que envelhececusta caro — para o banco.

É a regulação bancária quem diz: quando uma dívida se prolonga em aberto, o banco é obrigado a provisionar — reservar capital próprio para cobrir a perda provável. Dívida antiga parada no balanço custa caro à instituição. É esse custo que abre espaço para acordos com descontos significativos sobre o saldo. Conduzir o tempo da dívida — enquanto se revisa o que foi cobrado além do devido — não é fugir da conta: é técnica jurídica, com hora certa para negociar. Sem julgamento — crédito faz parte da vida de quase toda empresa. A diferença está em quem administra o passivo: a empresa ou ele.

Além dos números

Os sinais aparecem no caixa, mas a causa costuma estar nos contratos: juros acima da média de mercado, encargos acumulados, garantias desproporcionais. É a leitura técnica de cada instrumento que mostra onde há espaço para reequilibrar.

Cada operação é única. O diagnóstico diz o que se revisa, o que se negocia — e em que momento — e o que se discute em juízo.

  1. 01

    A empresa fatura, mas o mês termina comprometido com parcelas e encargos.

  2. 02

    Novos empréstimos pagam empréstimos antigos — a rolagem virou rotina.

  3. 03

    Garantias pessoais dos sócios sustentam dívidas da operação.

  4. 04

    As decisões do negócio passaram a orbitar vencimentos — e não a estratégia.

Capítulo IIIO método

O que acontece quandoo passivo chega à nossa mesa

Diagnóstico

Mapeamos o endividamento completo: contratos, taxas, encargos, garantias, avais e vencimentos. A empresa passa a enxergar o passivo inteiro — muitas vezes pela primeira vez.

Priorização

Nem toda dívida pesa igual. Separamos o que ameaça a operação agora, o que tem excesso a revisar e o que pode esperar — e definimos a ordem de tratamento.

Estratégia

Negociação estruturada com os credores — no momento em que o acordo interessa aos dois lados —, revisão judicial dos contratos com excesso, defesa nas execuções, ou a combinação das três. Conduzir o tempo da dívida é parte da técnica; judicializar é decisão seletiva, não reflexo.

Execução

O plano vira agenda: cada frente com responsável, prazo e próxima etapa, acompanhados com a discrição que o assunto exige. A operação segue rodando enquanto o passivo é tratado.

Capítulo IVA resolução

O que a gestão do passivopode devolver à operação.

Nenhum resultado se promete — cada caso depende dos contratos, das garantias e da prova. O que existe é um método, e três frentes em que ele costuma se traduzir:

Acordos em bases vantajosas

Com o tempo da dívida bem conduzido, o acordo passa a interessar também ao banco — e a renegociação chega com descontos significativos, em parcelas que o caixa suporta.

Fôlego de caixa

Parcelas renegociadas ou revisadas em bases reais devolvem espaço ao caixa — para estoque, folha e produção, e não apenas para encargos.

Patrimônio delimitado

Garantias pessoais, avais e alienações são discutidos nos limites que a lei impõe, na defesa do patrimônio dos sócios e da família.

Uma mesa executiva, várias frentes.

  • Revisão de contratos empresariais — capital de giro, conta garantida, cédulas de crédito
  • Reestruturação e renegociação de dívidas bancárias
  • Defesa em execuções, busca e apreensão e expropriação de garantias
  • Discussão de garantias pessoais, avais e alienações fiduciárias

Antes de conversar

Descubra em 2 minutos se você tem um caso

Cinco perguntas rápidas sobre as dívidas bancárias da empresa — quanto pesam no faturamento, quais garantias envolvem e quanto fôlego há no caixa. Sem formulário e sem compromisso.

Sem formulário e sem compromisso. Ao final, o resultado já abre a conversa no WhatsApp com o resumo das suas respostas.

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