Koenig e Ferrarini · Previdenciário — LOAS/BPC
A conta não fecha.E quem cuidanão pode parar.
Para a mãe que cuida de um filho com autismo, com Síndrome de Down ou com deficiência intelectual em tempo integral. Para o idoso a partir de 65 anos cuja renda não sustenta o essencial. O LOAS/BPC garante um salário mínimo por mês a quem tem esse direito — e cuidamos do pedido desde o requerimento no INSS. Se já houve negativa, também não é o fim.
O mês recomeça, e a conta não fecha. Remédio, terapia, transporte — o essencial custa mais do que entra.
Quem cuida de um filho — com autismo, com Síndrome de Down, com TDAH, com deficiência intelectual — sabe: o cuidado é em tempo integral. A vida profissional encolhe — e o medo de faltar terapia não tira folga.
É para essas famílias — e para o idoso a partir de 65 anos cuja renda não fecha — que a lei criou o LOAS/BPC: um salário mínimo por mês para quem tem deficiência ou chegou aos 65, em situação de baixa renda. Não é favor — é um direito previsto em lei.
O amparo existe —e começa antes da negativa.
O Benefício de Prestação Continuada — previsto na Lei Orgânica da Assistência Social, a Lei 8.742/93 — garante um salário mínimo por mês a idosos a partir de 65 anos e a pessoas com deficiência ou impedimento de longo prazo, em qualquer idade. Estão entre elas crianças e adultos com autismo, Síndrome de Down, TDAH associado a outras condições ou deficiência intelectual.
E não é preciso esperar uma negativa para procurar orientação: fazemos também o requerimento administrativo, preparado e protocolado no INSS desde o primeiro passo. Se a resposta for negativa, a decisão pode ser levada ao Poder Judiciário — o caso é examinado de novo, com perícia própria.
Situações em que vale procurar orientação
- 01
Mãe ou pai que cuida de uma criança com autismo (TEA), Síndrome de Down, TDAH associado a outras condições ou deficiência intelectual — e cuja vida profissional encolheu para dar conta do cuidado.
- 02
Adulto com deficiência ou impedimento de longo prazo que limita o trabalho e a autonomia no dia a dia.
- 03
Idoso com 65 anos ou mais, em família cuja renda não sustenta o essencial.
- 04
Gastos com terapias, medicamentos e tratamentos que consomem boa parte da renda — a lei permite considerá-los no cálculo.
- 05
Pedido já negado pelo INSS — por renda calculada de forma rígida ou por perícia que não refletiu a condição real.
Os requisitos legais têm detalhes — quem compõe a família, quais rendas entram, a avaliação da deficiência, o CadÚnico em dia. A análise é sempre caso a caso.
O resultado aparece aqui: se a renda da sua família fica dentro do critério usado pelo INSS — e a análise completa chega no seu WhatsApp.
Simulação informativa. O cálculo oficial do INSS tem regras próprias sobre quem compõe a família e quais rendas entram, e a Justiça avalia o critério caso a caso. Isto não substitui a análise do caso nem constitui parecer jurídico.
Escuta
Uma conversa com calma, no seu tempo. Entendemos a rotina de cuidado, a renda da casa e a condição de saúde. Sem juridiquês e sem pressa.
Documentação
Reunimos o que dá base ao pedido: laudos e relatórios médicos, comprovantes de renda e de residência, o CadÚnico em dia — e, se já houve pedido, a carta de indeferimento.
Requerimento no INSS
Preparamos e protocolamos o requerimento administrativo, acompanhamos a perícia e a avaliação social e respondemos às exigências dentro do prazo. Você não enfrenta o INSS sozinho.
Se negarem, ação judicial
A negativa não encerra o caso: levamos o pedido ao Poder Judiciário, com perícia judicial própria e atenção ao contexto real da família.
Acompanhamento
Você sabe em que fase o caso está, o que já foi feito e o que vem depois — em linguagem simples, do início ao fim.
Um “indeferido”não é a palavra final.A casa ainda pode respirar.
A negativa quase nunca diz que o direito não existe — diz que o pedido não passou pelos critérios da análise administrativa. No Judiciário, o caso é examinado de novo: perícia própria e atenção ao contexto real da família. Quando o direito é reconhecido, um salário mínimo por mês representa o essencial — para quem cuida e para quem é cuidado.
Nenhum processo tem resultado garantido. O que garantimos é a seriedade da análise, a preparação do caso e a clareza em cada etapa.
Fale com quem lêo seu caso com atenção.
Se a renda não fecha, se você cuida de alguém que precisa — ou se o INSS já disse não — conte a sua história. Nós lemos com calma e explicamos, em linguagem simples, qual é o caminho: o requerimento no INSS ou a ação judicial.
Endereço
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Hamburgo Velho — Novo Hamburgo/RS
Telefone
(51) 3035-5256
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08h–12h · 13h–18h
Conteúdo informativo. Cada caso exige análise individual.